Joaquim
Deus ou posso te chamar de Poder Superior ou talvez Força Divina? Eu não sei se o Senhor tem Facebook, se tem tempo livre para ler textos, ou se ao menos sabe que eu existo. Mas eu queria falar sobre o meu cachorro, o Joaquim, meu rapaticá...
Ele é esse cão lindo, sério e gracioso aí da foto. Tão bonito, aliás, que não derreteu só os corações de nós, humanos: até mesmo os outros cães pareciam admirá-lo, obedecê-lo, querer ser como ele.
E sabe de uma coisa? Eles estavam certos. O Joaquim levou a sério o significado de sua raça a Shih Tzu – O cão leão que nunca desiste. Ele não desistiu, nem mesmo de mim, quando eu já havia desistido da minha vida, ele cuidou de mim, me guiou, me protegeu. Ficou ao meu lado, alerta e forte, mesmo quando ninguém mais queria ficar, ninguém mesmo. Eu era o rebanho mais precioso para ele, e fui guardada com uma lealdade, uma firmeza e, sim, um amor e carinho que pareciam não ter fim...há meu querido Joaquim, que falta você nos faz.
Assim como o seu amor. Ele fazia de tudo para nos deixar feliz. Prestava atenção em tudo que fazíamos, com seus grandes olhos arregalados, mesmo que não entendesse uma só palavra. Se jogava no sofá pedindo banana, fazia papel de bobo as vezes mesmo sendo um dos seres mais inteligentes que eu já conheci. Comia quando não tinha fome, não ficava bravo quando eu jogava a bolinha de mentira e usava aquela flauta irritante só pra chamar a atenção dele. Não tem como você não se sentir especial ao ser amado por uma criatura tão linda e pura.
Eu estou falando tudo isso, papai do céu, porque ontem ele partiu da vida terrestre. Eu e sua outra mamãe fizemos tudo que o que estava ao nosso alcance para evitar isso. Cozinhávamos comidas diferentes, compramos todos os tipos de iguarias, roupas, brinquedos e remédios para vencer a perda de apetite, da prostração e das dificuldades que a sua doença lhe causava. Dávamos papinha de nenê, ração colorida, salmão, fígado tudo o que a nossa querida veterinária nos recomendava.
Nestes três últimos dias, nós o levamos pra passear na “pacinha” pra ele se sentir feliz. Tentei tranquilizá-lo e a seus irmãos, falando em seu ouvido o quanto eu o amava e como nunca iriamos deixá-lo. Fui forte por ele, como tantas vezes ele foi por mim. Segurei em sua patinha trêmula e fiquei com ele até o último batimento de seu lindo coração. Ele já deve estar chegando aí, Deus. Peço que brinque com ele, role na grama, corra, cante musiquinhas bobas, tire selfies e coce a barriga dele, sabe, todas essas coisas tão simples, mas que nos davam tanta alegria.
Por favor, cuide bem do meu cãozinho, até chegar o momento de eu ir para aí e me reencontrar com ele.
Para que eu seja merecedora disso, vou me esforçar em ser uma boa pessoa. E me inspirar no Joaquim, nosso rapaticá.

Afinal, ele foi um bom menino e me salvou até de mim mesmo.
 
Enviado por: Claudia

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Lembranças
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Desde 1982, por ocasião da implantação do Cemitério do Carmo,
houve a intenção de criar um cemitério e crematório de animais mas, somente em 1988 foi aprovada a Lei 10714, que permite a

implantação de cemitérios e crematórios de animais na cidade de São Paulo.

No ano de 2000 foi iniciada a batalha para aprovação do emprendimento, o que ocorreu em 2006. Sua construção foi terminada em 2008 e somente em 2009 foi obtida a licença de operação pelos órgãos
competentes e seu funcionamento teve início no dia das mães de 2009.

Sua administração está a cargo da Duran Administração de Bens e Participações Ltda, empresa criada especialmente para a administração de cemitérios.

   
 
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